sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Carpegiani explica escalação de Elton

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O Esporte Clube Vitória brilhou novamente, fez o que precisava fazer. Conquistou aquilo que precisava conquistar. Venceu aquele que se apresentou como oponente. Somou o que tinha de somar e avançou na tabela até ao limite possível de ser alcançado. O resto é papo furado. É conversa fiada de comentaristas esportivos, que não liberta ou não salva e não serve para coisa alguma, além encher alguns quilos de linguiça defumada e portuguesa, até completar o horário estabelecido para o enceramento das jornadas radiofônicas. No final da partida, o técnico, na tradicional coletiva após jogo, falou das dificuldades encontradas no segundo tempo, a surpresa em colocar Elton em campo e o próximo jogo contra o Ceará.

- Tivemos dois temos bem distintos. Na etapa inicial, fizemos dois gols, apresentamos bom futebol e vencemos. Tivemos a infelicidade de fazer o pênalti, mas não perdemos a vantagem no placar. Infelizmente não conseguimos ter o mesmo desempenho nos 45 minutos finais. Tentamos ganhar um jogo sem querer jogar. Manter um resultado. E isso foi a dificuldade que tivemos – disse o treinador logo após a partida.

Para Carpegiani, o time rubro-negro se perdeu em campo e deixou de lado no segundo tempo da partida contra o Joinville uma de suas principais armas: a compactação.

- Nossas dificuldades nasceram a partir do momento que descompactamos o time. A consequência disso foi que o jogo ficou muito perigoso. Demos a bola ao adversário, adiantamos muito nossos jogadores de meio e não conseguimos marcar efetivamente. Toda hora tinha uma bola levantada na nossa área. Isso fica de lição para os próximos jogos – declarou.

O treinador rubro-negro explicou também a escalação do atacante Élton, entre os jogadores que iniciaram a partida. Tartá, que havia sido confirmado como titular, ficou no banco de reservas e só entrou em campo no final do segundo tempo.

- Coloquei o Élton para provocar uma surpresa tática no time adversário. Consegui, deixei a defesa deles preocupadas, mas tive que tirá-lo porque ele não joga faz algum tempo. Coloquei o Marco Aurélio, que realmente não foi bem, por isso o troquei pelo Tartá – argumentou o técnico rubro-negro.

7 comentários:

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Ernandes Santos disse...

"serve para coisa alguma, além encher alguns quilos de linguiça defumada e portuguesa, até completar o horário estabelecido para o enceramento das jornadas radiofônicas"

Uma das melhores definições que já li sobre os comentaristas esportivos locais que para preencher os horários que lhe são dados, falam qualquer asneira que possa garantir o mínimo de audiência nos seus pobres e decadentes programas

Anônimo disse...

Surpresa tatica ou nao ter Opção?
kkk
U U

Anônimo disse...

Surpresa tatica ou nao ter Opção?
kkk
U U

Anônimo disse...

Pois é, quem tem opção é o Jahia.

Anônimo disse...

Vc é louco não ter opção Marquinhos,Tartar, Marco Aurélio Eduardo Ramos e ainda o rapaz que substituiu Pedro kem Artur Maia que pode cair por ali. vc é louco.

Anônimo disse...

esse willie joga uma bola certa viiu

Anônimo disse...

Se o Vitória estivesse na Primeira com esse time, com certeza estaria entre os 4 da Libertadores, ou bem próximo. Com o banco que temos, dizer que não temos opção, é brincadeira, ou total desconhecimento de futebol. Mas, vamos que vamos, Vitória. Este ano o elevador volta a funcionar, e os sardinhas já sabem como ele funciona.

Carlos Araújo
Juazeiro, Bahia