Estava curtindo o encanto enebriante da burguesia, na casa dos outros(é claro), quando comecei a conversar com Dona Delza, a viúva do saudosodirigente Tricolor Raimundo Deiró.
Falávamos, obviamente, sobre o assunto da minha Vida e da dela também. O BAHIA. Contava a ela como havia sido o jogo contra o Juazeirense, a estreia deDonato e ela me perguntou sobre a expectativa do jogo de hoje. Parei, refleti ecom toda calma do mundo respondi: a gente vai brocar o Serrano. É só o Joeltirar Vander, colocar Ciro e Souza, Coelho estrear bem, que a gente vai golearhoje a tarde.
Falávamos, obviamente, sobre o assunto da minha Vida e da dela também. O BAHIA. Contava a ela como havia sido o jogo contra o Juazeirense, a estreia deDonato e ela me perguntou sobre a expectativa do jogo de hoje. Parei, refleti ecom toda calma do mundo respondi: a gente vai brocar o Serrano. É só o Joeltirar Vander, colocar Ciro e Souza, Coelho estrear bem, que a gente vai golearhoje a tarde.
Pula pras 17h.
Começo de jogo, cinco minutos de nervosismo e só. Tomamos asrédeas da partida. Alguns ataques esporádicos inimigos, duas ou três falhasclamorosas de marcação, mas nada que assustasse muito no primeiro tempo. O golde Lulinha resolvia parcialmente nosso problema.
Vander, que eu havia criticado muito no jogo passado, jogoubem. Esforçou-se, virou bem a bola no lance do gol. Estava com atitudediferente do jogo anterior.
No segundo tempo o Serrano equilibrou um pouco. Aí Rafael - oGladiador - que acabara de entrar, ampliou o marcador.
Tudo tranquilo. Só faltava o estreante Souza deixar o dele. Escanteio. Cruzamento na cabeça do Caveira, e gol. Só que contra. Fogo amigo. Umainjustiça. O 9 do Bahia surpreendia em sua disposição. Correu o jogo todo,roubou bolas, puxou contra-ataques, deixou Vander de cara com o goleiroadversário e... fez o único gol do Serrano na partida.
Mas, como diria a flamenguista, Rose Vermelho: "Deus é justo que enjoa".Gabriel deixou o Caveira na grande área. O careca quase quebrou a coluna dozagueiro e fez o dele, agora a favor.
O Bahia nem de longe encantou. Mas a Seleção de 94, tambémnão. O que importa são os três pontos, diria o Parreira. Brocou,"brou". O resto é resenha.
O importante é reconhecer algumas coisas. Coelhotraz ao Bahia uma lembrança quase esquecida. Os laterais também cruzam. A zagase fechou bem com Donato e Titi. Helder jogou bem na esquerda, mas que venha oboliviano. O time de Joel não tem meia. É 4-3-3. Vander é "atacante debeirada", velho.
Sem meia e com os 3 volantes rasgando tudo no meio, a bolanão está saindo muito redonda pra o ataque. Diones, o mais lúcidos dosvolantes, parece estar fora de forma. Fahel, suspenso pra o próximo jogo,parece muito nervoso em campo, diferente de 2011 quando jogava com segurança.
O ataque recuava muito pra buscar jogo. Como o Caveira podeestar se despedindo do Fazendão pra ir pra China, seria bom apostar um poucomais em Rafael. Acho que Ciro e ele fariam uma boa dupla até a chegada de ZéRoberto. Elogiar Lulinha, Gabriel, Lomba e Titi é dizer o que sempre digo. Nomais, o time se portou muito melhor que nos jogos passados.
Bora Baêa Minha Porra. Do G4 à liderança é um pulo... Umpulo alto, mas um pulo.










2 comentários:
Realmente,mas já estou começando,a acreditar no time!
DEvemos acreditar com certeza no time.Não temos outra alternativa.Quanto a deixar o Souza ir embora,acho uma grande estupidez da diretoria.O dinheiro que entrar com a negociata em nada vai ajudar ao time,pois sabemos ou melhor não sabemos onde ele será utilizado!
Se a direcão do Bahia tiver algum compromisso com o time,Souza deve ficar,afinal não existe mais o que buscar no mercado!
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