terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Funcionário pivô da saída de Jael pede demissão

O Presidente do Bahia em entrevista agora concedida a Itapoan-FM afirmou que o funcionário envolvido numa discussão com Jael pediu demissão, aquele acabou esmurrado pelo jogador. A falta de "clima" para continuar no Bahia foi o principal motivo para a demissão do funcionário agredido pelo jogador.

Especula-se que houve uma grande satisfação dos jogadores com a demissão do funcionário, que segundo alguns criara um mal-estar entre os jogadores.

Marcelo Guimarães Filho, quanto aos salários, afirmou que os jogadores estão rigorosamente em dia e que o salário de Janeiro seria pago ainda até o final da semana. Promete ainda estudar uma premiação aos jogadores em caso de triunfo no BaxVi.

Sobre o preço dos ingressos, o Presidente do Bahia ainda espera que o torcedor faça o plano de ingresso proposto pelo clube que garantiria ao torcedor a média de aproximadamente R$ 23,00 reais em cada jogo.

Atacante Jael se despede do Bahia

A história do atacante Jael no Bahia teve fim na manhã desta terça-feira. Após ter seu contrato rescindido pela direção do time depois de ter agredido um funcionário do clube. O Atacante falou ao Jornal A Tarde e desta vez não se mostrou tão arrependido como em dias anteriores. Agradeceu o apoio da torcida tricolor onde é admirado e como poucos respeitado. No entanto, e para tristeza da torcida rubro-negra, o atacante negou, assim como descartou, qualquer possibilidade em jogar no Esporte Clube Vitória em um futuro próximo.

De acordo com a impressa de São Paulo, Jael está 99,9% certo com a Lusa. Uma reunião na quinta-feira pela manhã poderá selar o acordo entre o presidente da Portuguesa, Manuel da Lupa, e o empresário do atleta, Adriano Spadoto, que volta a São Paulo nesta terça depois de viajar a Salvador para assinar a rescisão de contrato com o clube baiano. Veja aqui suposto diálogo de Jael e André Araújo em detalhes

Confira o video do jornal Atarde com a despedida de Jael



Com Dodô de molho, 'brigão' Jael entra nos planos da Portuguesa
Bahia treina para o clássico contra o Vitória

Conheça o colombiano pretendido pelo Bahia

A notícia até o momento não conta com o aval ou qualquer pronunciamento oficial por parte da direção do Bahia. O certo é que com a saída do atacante Jael, o clube realmente deve contratar outro centroavante que fuja da linha de “experimento” até então implantada no clube.

E o nome do colombiano Malher Tressor Moreno Baldrich aparece em pauta como possível contratado do Bahia, o que vem sendo fartamente divulgado pela imprensa de Salvador.

O jogador tem 32 anos e nasceu na cidade de Rio Sucio, na Colômbia, e jogou em vários clubes do futebol mexicano. Confira abaixo um vídeo que mostra alguns lances do jogador em competições do campeonato. Creio eu, colombiano. O gol marcado é realmente espetacular e vale a pena conferir


Veja o vídeo

Vitória tem o reforço de Nino Paraíba no BaVi

Domingo é dia de clássico, no Barradão. BaxVi com o Bahia "experimental" e seu time de laboratório que até o momento não apresentou qualquer resultado; já o Vitória aos poucos vai contratando e, também, colocando na mesa suas fichas em jogadores fora de linha que chegam à cidade sobrevivendo e tentando respirar ares do que um dia já foram: é o caso de Pedrão e Geovanni.

O Bahia terá o retorno do lateral Marcos, enquanto o Vitória, do bom lateral Nino Paraíba. O clássico, como todos os outros no longo da história, não tem favorito. Tendo como a única certeza a demissão do funcionário graduado do laboratório, e também de técnico de futebol, Rogério Lourenço, na hipótese de uma derrota tricolor. Confira pequenos detalhes do jogo através de informações de Rafael Sena da ótima página dedicada ao campeonato baiano, no site Ibahia.

O lateral-direito Nino Paraíba vai jogar o BaVi de domingo (6), no Barradão. Ele esteve de fora das duas últimas partidas por conta de uma lesão muscular sofrida na coxa direita. Porém, na segunda-feira (31), o jogador já começou a trabalhar a parte física e vai participar dos treinos táticos ao longo da semana.

Com a saída de Nino Paraíba, Antonio Lopes testou Léo na partida contra o Vitória da Conquista, no Lomanto Júnior, e o jovem Romário no duelo diante do Bahia de Feira, no Joia da Princesa. Outro jogador que está fora do duelo é o volante Neto Coruja, que se recupera de uma tendinite no joelho e ainda não foi liberado para treinos.

Clássico - Bahia e Vitória chegam ao primeiro clássico de 2011 entre os profissionais em momentos distintos. Enquanto o Leão lidera o grupo 2, com sete pontos, o Tricolor é apenas o quinto do grupo 1, com cinco. Na última rodada, o Vitória empatou com o Tremendão e o Bahia perdeu em casa para o Fluminense. Uma derrota no BaVi pode custar o emprego do técnico Rogério Lourenço.

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Por que o gerente não foi dispensado?

Este assunto Jael já rendeu panos para duas cortinas, e creio que ainda renderá no dia de hoje com a assinatura da rescisão de contrato e a entrevista coletiva que deve funcionar, também, como despedida do clube do qual foi ídolo, até perder o juízo e agredir um funcionário do clube (foto) e de confiança do gestor Paulo Angione; este tem sido duramente criticado por exercer com pulso firme o clube, tal como deveriam agir todos os administradores que se respeitam.

No entanto, no futebol, que tem leis distintas e próprias, o que impera é a quantidade de gols que o infrator marque. Se é artilheiro, tem identificação com o clube dentro ou fora de campo, interage com a torcida no Twitter, a este é facultado o direito inquestionável de quebrar todo mundo no pau e, se for afastado por “esses pequenos deslizes”, como aconteceu com Jael, em coro devemos promover o executor para a condição carrasco, irresponsável e autoritário.

A Tribuna da Bahia desta terça-feira responde, em parte, os questionamentos dos tricolores: Por que o gerente também não foi dispensando? Confira.

‘Por que André Araújo também não sai do Bahia?” A pergunta, repetida dezenas de vezes pela torcida do Bahia, não entrou em questão. No inquérito administrativo da Comissão Técnica apresentado ao presidente Marcelo Guimarães Filho, ficou “claro” que o funcionário não agrediu Jael, e que apenas tentou impor a sua condição no clube, exigindo que o jogador cumprisse a programação que tinha sido estabelecida para ele.

Mas, independente do relatório de apuração, em nenhum momento a saída de André Araújo foi questionada porque ele é o “braço direito”, personagem importante e de confiança na administração do Gestor de Futebol, Paulo Angioni. A direção do Bahia jamais se pronunciou publicamente sobre o assunto, mas sabe-se, em “off”, que essa decisão implicaria na saída de todo o grupo do futebol.

Sabe-se ainda, inclusive na posição pública de alguns jogadores, como o zagueiro Nem, que se recusou a fazer comentários sobre o incidente, que a posição de André Araújo fica bastante difícil dentro do Fazendão, e há quem tema uma espécie de “boicote” ao seu trabalho por parte dos demais jogadores, que é uma classe corporativista e não vai deixar “barato” a saída de Jael, um jogador tido por todos como decisivo nos planos do time no Estadual.