sábado, 1 de agosto de 2009

O Esporte Clube Bahia vive sua farsa

No teatro dos horrores, os torcedores tricolores estão reunidos com o Dep. Marcelo Guimarães Filho, o Príncipe de Itapagipe, para compartilhar lamúrias mil com a nação tricolor. Com o telefone do CVV sempre ocupado, sendo utilizado para as crises histéricas e desesperadas de tantos “vices” campeonatos, nos últimos anos do nosso esquadrão, deu pane na companhia telefônica.

Mas, para o eterno vice-campeão baiano, felizmente, existem as compensações de clubes sem títulos brasileiros para zoarmos e para suavizar a nossa constantemente tristeza de ver o nosso time dos "sonhos" virar pesadelo a cada final de brasileiro.

Criaram uma farsa de time moderninho e chamam de corneteiro quem ousa cobrar a quem de direito. A imprensa em geral é cúmplice, pois criticam somente jogador e técnico. Isso é a racionalização mesma que imprensa e diretoria gostam para no cenário ideal manterem os seus empregos. Agora, vejam a audiência que dão ao nosso diretor de futebol a cada tropeço; parece a própra sobriedade em pessoa. Mas, não justifica o seu salário.

O E.C.Bahia já ganhou um brasileiro. No entanto, nosso pesadelo, no teatro das horrores, pertence a majestade de um único clube baiano: nós mesmos. Não podemos pegar esse clube para a gente levá-lo na raça ao lugar que merece, a 1ª divisão. O resto é pura propaganda desvinculada de seu produto real retratada no Príncipe de Itapagipe: o dirigente almofadinha.

Frequentemente, nossos dirigentes são entrevistados pela mídia para dizer que o arremedo de time arrumado na cabeça de dinossauro de seu diretor de futebol é o melhor. Com isso continua a deterioração da imagem da Bahia no nosso Brasil. Lembro do pobre menino indo com o pai e sua família tentando se desvencilhar hoje das humilhações do time de uma panelinha, que infelizmente fez do Bahia um reduto e um subproduto político de uma partido político.

Quem já desfrutou de Douglas, Sanfilipo, Marito e cia pode se sentir feliz de nunca ter tido o desprazer de ver “craques” como Joaõzinho em fim de carreira. Enfim, os Deuses do futebol não gostam de correria vã e insossa do time atual do Bahia. Por tudo isso, meus caros, podemos menosprezar a cultura dos iludidos. Um sintoma da vocação para o circo dos horrores. Eu fico triste pela nossa torcida, pelos grandes momentos de todos os tricolores.

Normal: Bahia perde para o Fortaleza!

Jogando no Castelão, o Fortaleza venceu o Bahia por 3 a 2 e deixou a zona do rebaixamento. A equipe cearense chegou aos 17 pontos e está agora na 15ª colocação, saindo da incômoda 17ª posição. Já o Bahia acaba a 15ª rodada em nono, com 20 pontos.

A equipe da casa começou melhor jogo e já exigiu o goleiro Marcelo com 2min. Cristian cobrou falta que desviou em Menezes, o que complicou o trabalho do arqueiro do Bahia. A equipe da casa continuou melhor e fez seu gol aos 19min, com Marcelo Nicácio, que driblou o goleiro e tocou quase em ângulo.

A festa do Fortaleza durou pouco, e, aos 21min, Menezes completou cruzamento de Alex Maranhão e empatou o jogo. O time cearense seguiu atacando e conseguiu estufar as redes aos 27min, mas a arbitragem viu impedimento. No minuto seguinte, porém, Cristian chutou de longe e Kiko completou após a bola bater na trave.

O time da casa poderia ter feito o terceiro gol aos 45min em lance de contra-ataque, mas Marcelo Nicácio foi derrubado na entrada da área. Pela infração, Avine foi expulso.

O Fortaleza continuou melhor depois do intervalo, aproveitando a superioridade numérica. A equipe da casa trocava passes no campo de ataque enquanto buscava espaço para fazer o terceiro gol. A melhor chance dos cearenses saiu aos 25min, com Luiz Carlos, que chutou da entrada da área para a linda defesa de Marcelo.

O Bahia apostava nos contra-ataques para tentar seu gol, porém na maior parte do segundo tempo ficou apenas se defendendo. Neste momento quem brilhou foi Marcelo, que impediu várias vezes o terceiro tento do Fortaleza. Ao mesmo tempo em que o goleiro dos visitantes tinha boa atuação, os atacantes da casa abusavam dos erros de finalização.

O gol finalmente saiu aos 45min, quando Bismarck chutou após bom passe de Luiz Carlos e bateu Marcelo. A equipe do Bahia, porém, marcou mais um, aos 47min, com Lima. Com informações do Terra


Veja os gols de Bahia 2 x 3 Fortaleza


Confira o complemento da 15º rodada da série B


Duque de Caxias-RJ 2 x 1 Paraná-PR
Juventude-RS 1 x 2 Vasco da Gama-RJ
Bragantino-SP 1 x 1 Ceará-CE
Ipatinga-MG 0 x 2 Sâo Caetano-SP
Classificação aqui

Somente a vitória mantém o sonho do G-4

Os objetivos são extremos no jogo desta tarde, no estádio Castelão, na capital cearense: o Bahia tem que vencer fora de casa, longe da torcida, para manter o sonho do G-4, a luta pela Série A do Brasileiro em 2010, enquanto o Fortaleza, 17º colocado, precisa ganhar para sair da zona de rebaixamento da Série B do Campeonato Brasileiro. A semelhança é que os dois times são tricolores, possuem grandes e apaixonadas torcidas, mas atravessam fases de transição, não conseguiram se acertar na disputa do Campeonato Brasileiro deste ano.

O desespero do tricolor baiano não se resume apenas à responsabilidade do jogo desta tarde contra o Fortaleza. O técnico Paulo Comelli ficou sem opções para mudar o time, e levou para o Ceará o que tinha à sua disposição no grupo. Pelos mais diversos motivos, desde suspensão, contusões e regularizações, nada menos do que 10 jogadores ficam de fora dos planos da Comissão Técnica para este jogo no estádio Castelão.

Ao todo, sete jogadores deixaram o Departamento Médico do Bahia desde o início da semana e iniciaram treinos físicos, mas não são opções ao técnico Paulo Comelli: os meias Hélton Luiz e Roberto, o volante Elton, o lateral-esquerdo Rubens Cardoso, que está em fase final para ser liberado, o lateral-esquerdo Hélder, o zagueiro Alison e o volante Léo Medeiros.

A única mudança no time que empatou de 2 a 2 com o Juventude, em Pituaçu, fica por conta da volta do volante Leandro, que cumpriu suspensão automática na partida contra os gaúchos, e entra no lugar de Marcone no meio-campo.

Ontem, antes do embarque, o treinador lamentou a falta de opções do grupo. De acordo com ele, a limitação com que teve de trabalhar nos últimos jogos dificultou a busca por uma vitória, principalmente na partida contra o Juventude, quando Ananias saiu de campo machucado e não havia meias como opção no banco de reserva.

Mesmo com estes problemas, o treinador quer que o time repita a “pegada” da última partida. “Contra o Juventude o Bahia foi uma equipe mais rápida e a tendência é evoluir. Vamos tentar aplicar isto fora de casa para buscarmos três pontos”, afirmou Comelli. Com informações da Tribuna

Dupla BA x VI na caça do sócio-torcedor

A dupla BA-VI enfim acordou para aquela que pode ser “a galinha dos ovos de ouro”. Bem difundida nos clubes europeus e em outras regiões brasileiras, como no Rio Grande do Sul, a categoria de sócio-torcedor finalmente está emplacando nos dois principais times do Estado. Negócio bom para Bahia e Vitória, que garantem mais uma fonte de renda fixa no final do mês, e para os torcedores, que terão acesso liberado para as partidas sem o transtorno das filas.

Os benefícios para quem adere ao programa são muitos – e parecidos. O principal é o passaporte garantido para todos os jogos da equipe durante a temporada. Além disso, a depender do plano, o torcedor pode ter estacionamento diferenciado, acesso privilegia do e bares e banheiros exclusivos.

Além disso, ganham uma camisa oficial da equipe. Em contrapartida, o clube já tem a certeza de um mínimo de receita dos torcedores. “É fundamental para qualquer equipe a bilheteria. Esta é a renda mais importante porque não representa apenas o dinheiro, mas o apoio para os jogadores dentro de campo”, comentou Ricardo Azevedo, ( foto) diretor de marketing do Vitória.

Planos oferecidos

O programa rubro-negro, o ‘Sou Mais Vitória’, conta hoje com a participação de 6.670 torcedores. O projeto é dividido nos planos Simples, Prata e Ouro. Os valores variam de R$ 180 a R$ 600 anuais. O primeiro e mais barato dá direito a 50% de desconto na compra dos ingressos, enquanto que o Plano Ouro garante acesso às cadeiras do Barradão e ao máximo de benefícios.

No lado tricolor, os planos são divididos em ‘Bora Bahêa’ e ‘Bahêa VIP’. O primeiro é o mais simples, com entrada para a arquibancada do Estádio de Pituaçu. Já o ‘Bahêa VIP’ é para as cadeiras da praça esportiva. “Alguns acreditam que o torcedor na porta do estádio seja mais rentável. Mas eu acho melhor ter a receita do torcedor garantida já”, explica Nilton Maia, responsável pelo departamento de marketing do Tricolor.

Direito a voto

Além das vantagens nos jogos, os programas oferecem um grande atrativo ao torcedor: o direito a voto. Os filiados do ‘Sou Mais Vitória’ podem participar– votando e sendo votados – da disputa por vaga no conselho deliberativo depois de 18 meses no programa. Já no Bahia, o privilégio é ainda maior. O torcedor participará diretamente da escolha para presidente do clube.

A mudança foi feita este ano. Por causa da alteração, as vendas dos programas de. Sócio-torcedor está suspensas até que o novo projeto seja divulgado. Segundo Nilton Maia, responsável pelo marketing, em dois meses e meio de vigência o clube conseguiu atrair cerca 2.500 sócios. Quem faz partes dos programas já está garantido no novo modelo. “Para isso, basta que os torcedores optem por renovar o contrato” no final do ano explica Maia. Com informações de Rafhael Carneiro do Jornal de Metrópole