terça-feira, 21 de julho de 2009

Quinta feira é dia de parar o fenômeno

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A vida, como ela é mágica. Os homens aguardam o grande momento. Aquele inesquecível. Para jamais fugir da mente. Três meninos da Toca estão a dois dias desse passo ao paraíso. A conquista é possível.

Anderson, Victor e Wallace são os Leões na missão de parar uma lenda da bola. Ronaldo. O Fenómeno, um mago com a redonda. Ela o obedece, como um elefante domado em circo. O Vitória, Carpe, a torcida rubro-negra. Todos confiam no trio da base. Eles voltam de suspensão.

E ontem, iniciou o ensaio para segurar o ser fenomenal do Corinthians, do Brasil, do mundo. Local e horário marcados. Pacaembu, às 21h. Itacaré foi o cover. Muitas orientações do professor. “Não vai Wallace”. “Fica Anderson”. “Tira Victor”, foram algumas delas.

Ronaldo seria mesmo um só homem? Poderia, sim, ser três. Pra não ter briga. E os três vão marcá-lo o jogo todo. Como essa viagem é impossível, que tal tirar no par ou ímpar?

Os garotos não bateram. Com receio de perder. Todos querem Ronaldo. Pará-lo pra toda vida.

Anderson, 21 anos, viaja no imaginário. “Nunca pensei. Como poderia imaginar a volta dele? Ele não vai fazer nada não”, brinca.

FRALDINHA
Quando o craque brilhava no penta de 2002, com oito gols e artilharia no bolso, os meninos só imaginavam como seria ficar cara a cara com ele.

Os três davam os primeiros passos de boleiro no Barradão. “Eu sonhava em Pará-lo, ser ele”, lembra Wallace, hoje 21, na época aos 14.

Victor tinha 13. Era fraldinha no Vitória. “Uma missão fenomenal”, classifica.

E para fechar o texto, ele mesmo lança a ideia geral da turma vermelha e preta: “Espero que ele não acorde num bom dia”, finaliza. Com informações do Correio

11 comentários:

Site Meter
Anônimo disse...

Prezado Dalmo,

O titulo tá meio feio gramaticalmente, não?

Que tal: "Quinta é dia de Parar o Fenômeno" ou " Quinta é dia de Pará-lo!".

Rui Carvalho disse...

Se jogarem com tanto deslunbramento com o do autor da materia a vaca vai pro brejo incontadas vezes. Por sorte acredito que quando a bola rolar, ninguém que nem saber, as coisas se nivelam.

Rui Carvalho disse...

Ô Dalmo sacanagem foi as cores do vestiário. rsrsr

Anônimo disse...

Dalmo e Maurício,

acabei de publicar um textículo com as maiores secadas que dei no meu ex-rival.
Quando estiverem menso assoberbados, confiram neste endereço aqui, ó

WWW.INGRESIA.OPSBLOG.ORG

Franciel

snowman disse...

Rui, na 1ª divisão acontece isso. De vez em quando nos batemos com jogadores fenomenais.
Tanto na hipótese dele fazer gols como na de passar em branco não será uma questão de sorte, mas sim de competência.
Se eu fosse você estaria mais preocupado com Rodrigo Pimpão...

Dalmo Carrera disse...

Corrigido.....

Quinta é dia de parar o fenômeno

Anônimo disse...

qinta é o dia de voces tomerem um sacode , o TIMÃO não depende de fenômeno pra ganhar um time do nordeste , tem varias opções, só é esperar amanhã pra ver , se não der pra DENTÃO vai ser na base do DENTINHO, ZONA LESTE, E DA FIEL.
ENCONTRO MARCADO PARA ZOAR , LÁ NO BAIRRO DA SAÚDE , NOSSO QJ, FIEL SALVADOR.

Maurício Guimarães disse...

Oh menino! Rapaz, aqui na Bahia a gente para ataques fenomenais de clubes sudestinos a muitos anos. Antes de vc nascer, já éramos, nós nordestino, os primeiros campeões brasileiros.

Aqui só tem comedor de sudestino, rapá! Se orienta!

snowman disse...

Maurício, você realmente é uma pessoa do bem. Eu não tenho o espírito puro a ponto de responder a um cara que diz ter um "QJ" que, acredito eu, deve significar "Quartel Jeneral"...
Abraços.

Maurício Guimarães disse...

Snow,

Eu nem reparei...

hahaha

marcosaks disse...

Com certesa (ou seria certeza?). De qualquer jeito, acho que se trata de idiotices ficar determinando que time A ou B deve ganhar um jogo de futebol quando sabemos muito bem sobre a imprevisibilidade do futebol. É incontestável a competência dos jogadores corintianos. Mas também, é incontestável a competência de nossos jogadores. Não estamos com 21 pontos por acaso, e por obra do acaso fomos sacaneados em alguns jogos, e em outros fomos incompetentes mesmo.
Mas, no geral estamos muito bem somente precisando que nossos jogadores assumam que, o fator campo não pode mais ser referência absoluta. Devemos jogar em qualquer lugar do mesmo jeito que jogamos no barradão.

Abraços,
Marcos.